segunda-feira, 30 de maio de 2011

Terrina de Fiambre com Espinafres e Ananás

Assim que vi esta receita na "Dica da Semana", do LIDL, da semana passada, ficou logo debaixo de olho, tendo valido a pena a sua colocação em prática.
Assim, para fazer esta receita (que alterei à minha maneira) precisei de:
- 200 gr de espinafres ultracongelados,
- 400 gramas de fiambre de Porco (nem grosso nem fininho),
- polpa de tomate,
- 4 fatias de ananás,
- 12 fatias de pão de forma branco (aqui depende do tamanho do tabuleiro que levarem ao forno - eu usei pão de forma tipo "panrico" mas da marca Pingo Doce), 
- 100 g de margarina,
- 60 g de farinha,
- 1 litro de leite,
- 100 g de queijo ralado (não tinha e por isso usei fatias de queijo...),
- Sal q.b,
- Pimenta q.b

Para fazer esta Terrina levei ao lume, num pouco de margarina, os espinafres semi descongelados (deveriam estar descongelados na totalidade mas... não tive tempo!) e quatro fatias de ananás cortadas aos pedaços. Temperei-os com um pouco de sal e pimenta e deixei-os cozinhar até perderem o líquido. Quando estavam prontos, reservei.
Para preparar o molho levei ao lume um tacho com um pouco de margarina, deixei-a derreter, juntei a farinha e mexi bem. Depois juntei o leite em fio, mexendo sempre até obter um molho cremoso. Temperei com sal e pimenta e reservei. Este molho fez-me lembrar o molho béchamel ultra rápido da Nigella...
Entretanto liguei o forno a 200˚C.
No fundo de um tabuleiro coloquei uma camada de fatias de pão de forma (retirar a côdea é opcional - só retirei a da parte de cima) barradas com polpa de tomate.
Cubri com as fatias de fiambre e espalhei por cima os espinafres.
De seguida cubri com outra camada de fatias de pão de forma barradas com polpa de tomate, cubri tudo com o molho e era suposto polvilhar com o queijo ralado que não tinha. Como tal coloquei algumas fatias de queijo, não fica tão bom mas o importante é que o sabor do queijo ficou lá.
Levei ao forno durante 20 minutos e quando tudo começou a ficar dourado retirei e servi. Como disse o meu filho, parecia uma pizza diferente... Ficou muito bom e é para repetir muitas mais vezes.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Polvo à Lagareiro - Outra versão

Já tinha colocado aqui uma versão de Polvo à Lagareiro e, na verdade, esta versão não difere muito da que fiz mas como tem pequenas 'nuances' diferentes na receita, decidi experimentar a cozinhar o Polvo desta forma.
Esta versão do Polvo à Lagareiro foi retirada da pequena revista em tamanho mas muito grande em receitas que é a "Cozinha Semanal", n.º 503, de 14 a 20/04/2011.
Comecei por cozer o Polvo num tacho grande cheio de água, uma cebola e uma folha de louro durante 1 hora. Depois de cozido, escorri o Polvo e cortei-o aos pedaços.
Num tabuleiro de ir ao forno coloquei no fundo uma camada de cebolas (no caso duas cebolas médias) aos gomos e cerca de dez dentes de alho inteiros (com pele). Coloquei por cima o Polvo cortado aos pedaços, reguei tudo com azeite e levei ao forno durante 35 minutos a 200º.
Noutro tabuleiro à parte coloquei cerca de 1 Kg de batatas pequenas (com casca) previamente muito bem lavadas com um pimento verde limpo e cortado às tiras. Polvilhei tudo com sal grosso e levei ao forno também durante 35 minutos a 200º.
Passado este tempo, retirei as batatas e pressionei-as até estalarem e juntei-as ao tabuleiro onde estava o Polvo. Polvilhei com salsa picada (na foto ainda não tinha salsa porque nós colocamos no prato já que o filhote não gosta lá muito de salsa...), verti algumas gotas de vinagre e servi de seguida.
Foi uma forma diferente de fazer o Polvo à Lagareiro e ficou deveras apetitoso e não custa nada a fazer :)

domingo, 22 de maio de 2011

Bolo de Iogurte de Morango com Canela

Neste fim-de-semana não tive muito tempo para novos cozinhados pelo que decidi 'revisitar' um Bolo que costumo fazer porque assim se "proporcionou". Tinha no frigorífico dois iogurtes de Morango cujo prazo expirou ontem e como todos sabemos podemos consumi-los até três ou quatro dias depois da data indicada na embalagem mas... eu não gosto e não os dou assim ao meu filho. Para "contornar" esta questão decidi fazer um Bolo de Iogurte de Morango (já tinha colocado por aqui a receita do Bolo de Iogurte) com um pouco de Canela (que adoro).
Vou relembrar a receita que é das mais simples que existe:
- 2 iogurtes de Morango (ou do sabor que se quiser),
- 1/2 copo (do iogurte) de óleo,
- 3 copos rasos de açúcar,
- 4 copos rasos de farinha,
- 4 ovos,
- 2 colheres de chá de fermento em pó.

Misturam-se todos os ingredientes e mexe-se muito bem até a massa formar bolhas. Deita-se a massa numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha e leva-se a cozer durante cerca de 30/40 mns a 180º. Depois do bolo estar cozido, desenforma-se e polvilha-se com açúcar em pó, 'missangas' ou como se quiser. No caso, como hoje era Domingo de manhã, só queria mesmo fazer um bolo para o filhote e o meu marido terem para 'petiscar' quando lhes apetecesse e como tal nem decorei o bolo, ficou simples e muito bom :)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Fondant de Limão

Quem acompanha este blog deve recordar-se certamente de eu ter referido que tínhamos cá em casa um "excedente" de limões que deu origem a um Bolo de Limão e posteriormente a um Pudim de Limão.
Ainda nesse âmbito dei por mim a olhar para uma receita que tinha para fazer há imenso tempo e que nunca calhou a fazer: Fondant de Limão mas acho que também poderia ser uma espécie de Crumble de Limão porque achei que ficou parecido ao Crumble de Maçã que tinha feito há uns tempos.
Assim sendo, esta espécie de bolo 'raso' rendeu um tabuleiro médio/grande de ir ao forno e ficou realmente muito bom sendo óptimo para cortar aos rectângulos, por exemplo.
Em relação à receita propriamente dita, e como sempre tive a precisosa ajuda do meu filho, misturei numa tigela 300 gramas de farinha, sal (q.b.) e 100 gramas de açúcar em pó. Adicionei cerca de 200 gramas de manteiga aos pedacinhos (podia ter sido derretida préviamente) e misturei tudo até obter uma massa de aspecto arenoso.
Aqueci o forno a 180º e estendi a massa num tabuleiro de ir ao forno previamente untado com manteiga e polvilhado com farinha. Levei ao forno até a massa ficar dourada (+-15 minutos).
Entretanto, enquanto a massa cozia no forno, misturei 4 ovos com 350 gramas de açúcar até fazer espuma. Adicionei o sumo de um limão médio bem como a raspa da sua casca e envolvi tudo muito bem.
Retirei a massa do forno, entretanto cozida, tendo deixado este ligado e juntei-lhe a massa e levei ao forno por mais 20 minutos. Deixei arrefecer e polvilhei com açúcar em pó.
Ficou tão guloso que ainda que rendesse uma quantidade grande de bolo desapareceu num ápice...


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Massa com Cenoura, Alho e Courgette (acompanhamento)

Num destes dias, já cansada dos acompanhamentos do costume (arroz, batatas, esparguete), lembrei-me de variar e inventei este acompanhamento na hora.
Tinha um resto desta massa num pacote que já não dava para um prato 'completo' (no caso cotovelos grandes) que levei a cozer normalmente (dez minutos com um pouco de sal e azeite) e reservei.
À parte levei a refogar em azeite dois dentes de alho picados, três cenouras médias/pequenas cortadas às tiras e uma courgette também cortada às tiras. Quando começou tudo a alourar temperei com um pouco de sal e adicionei um pouco de polpa de tomate. Misturei tudo, deixei cozinhar durante cerca de 10/15 minutos e juntei a massa que envolvi com cuidado por forma a que não se partisse.
Ficou pronto num instante e foi um acompanhamento diferente que soube muito bem e que fez com que cá em casa se comessem legumes de outra forma.
A repetir muitas mais vezes.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Ervas aromáticas

Lembram-se de ter colocado aqui um post a referir que tínhamos plantado hortelã, salsa e coentros bem como um pé de feijão que o filhote trouxe da escolinha?... Pois bem, parece que resultou e as nossas ervinhas aromáticas estão mesmo a crescer.
Note-se que o filhote lhes dá imensa atenção e que anda sempre a ver se a terra está seca para as regar.
Parece que em breve vou finalmente poder usufruir destas ervinhas nos meus cozinhados :)

domingo, 15 de maio de 2011

Francesinhas à moda do meu marido

Neste fim-de-semana o meu marido decidiu, e em boa hora, fazer um cozinhado para uma das nossas refeições e eu confesso que adorei a ideia porque, não sei se vos acontece o mesmo, mas sabe tão bem comer algo cozinhado por outras pessoas, principalmente quando está bom e apetitoso.
A receita foi então fazer umas belas francesinhas, algo que não comia há anos, com uns magníficos bifes de vaca, algo que também não comia há imenso tempo porque não ligo nenhuma à carne de vaca.
Ficaram de facto muito boas e tendo em conta os cuidados do meu marido na cozinha espero que o volte a fazer mais vezes.
Para a receita foi inspirar-se numa das receitas que encontrou neste 'site'.
Assim, para quatro francesinhas, ultra calóricas, e que enchem imenso (custou-nos chegar ao fim de uma), acompanhadas por batatas fritas (na hora) precisámos de:

Para o molho foram necessários os seguintes ingredientes:
  • 2 cebolas,
  • 3 dentes de alho,
  • 1 folha de louro,
  • 60 g de margarina,
  • 2 colheres de sopa de polpa de tomate,
  • 1 dl de vinho do porto,
  • 1 dl de vinho branco,
  • 1 colher de chá de piripiri,
  • 2 colheres de sobremesa de farinha,
  • sal qb,
  • 2.5 dl de caldo de carne.
Para fazer as Francesinhas propriamente ditas precisámos de:

  • 8 fatias de pão de forma,

  • 4 bifes (comprámos 2 grandes que cortámos ao meio em casa),


  • 4 fatias de fiambre,


  • 4 fatias de queijo flamengo (usámos fatias de queijo 'normal', do que compramos para fazer sandes).


  • Para fazer o Molho:

    Pique as cebolas e os dentes de alho e leve a alourar com a folha de louro em metade da margarina.
    Quando a cebola estiver loura junte a polpa de tomate e regue com o vinho branco e o vinho do porto.
    Adicione o caldo de carne e tempere com o piripiri. Deixe ferver suavemente durante cerca de 15 minutos, polvilhe com a farinha e deixe engrossar, mexendo sempre para não pegar ao fundo. Retire o louro e mantenha o molho quente.

    Para fazer as Francesinhas:

    Aqueça as fatias de pão de forma (nós colocámos as fatias na torradeira). Frite os bifes de ambos os lados na restante margarina.
    Tempere com uma pitada de sal e coloque cada bife sobre uma fatia de pão de forma. Por cima, disponha uma fatia de fiambre e outra de queijo. Cubra com a outra fatia de pão e leve ao formo até o queijo estar derretido. Sirva as francesinhas regadas com o molho bem quente.


    sábado, 14 de maio de 2011

    O velhinho Bolo Mármore

    Andava há muito tempo para fazer esta receita que tenho guardada já não sei bem desde quando. A minha mãe já fazia este bolo mas a receita que tenho foi-me dada por alguém, já nem sei quem, quando tinha uns 20 anos e estava guardada no meu caderno de receitas.
    Como sempre tive a ajuda do meu filho que agora começou também a tirar fotos e é por isso que apareço um bocadinho na primeira fotografia.
    Posto isto, deixa-me cá passar à receita que praticamente toda a gente deve ter a sua versão.
    Misturei numa tigela quatro gemas com duas chávenas de chá de açúcar e meia chávena de chá com óleo. Envolvi tudo muito bem com a batedeira e juntei depois duas chávenas de chá de farinha e uma colher de chá de fermento. Voltei a envolver tudo muito bem e reservei.
    À parte bati em castelo as quatro claras dos ovos que tinha usado na massa que deitei no preparado para o bolo.
    Envolvi tudo muito bem e depois deitei metade da massa noutra tigela à qual adicionei cinco colheres de sopa de chocolate em pó e mexi tudo.
    Entretanto untei e polvilhei uma forma de bolo inglês e liguei o forno a 180º.
    Verti as massas alternadamente para dentro da forma e levei ao forno durante cerca de 40 minutos. Por fora o bolo parecia cozido demais e foi um bocadinho "abaixo" mas por dentro ficou muito bom, fofo e quase húmido.
    E assim voltei aos meus tempos de infância e deliciámo-nos com este bolo tão conhecido e tradicional e tão saboroso ao mesmo tempo.


    quarta-feira, 11 de maio de 2011

    Biscoitos para o Lanche muito simples

    Andava eu nas minhas pesquisas pela internet à procura duns biscoitos que fossem fáceis de fazer, em que pudesse usar as forminhas que comprei há uns tempos (e que ainda estão por estrear) e em que pudesse ter a ajuda do meu filho (como é habitual na cozinha) e do seu mano, quando me deparei com esta receita no 'site' da Vaqueiro.
    Estes biscoitos ficam óptimos mas a massa não fica suficientemente 'rija' para podermos usar as forminhas pelo que optei por fazer pequenas bolachas que desapareceram num ápice. Tendo em conta que de cada vez que levava o tabuleiro ao forno este tinha entre 9 a 12 biscoitos, diria que a receita rendeu cerca de 50 bolachinhas. Penso sempre que vou guardar algumas para mais tarde mas entre as saídas do forno e até à hora do jantar os homens lá de casa encarregaram-se de fazer com tudo desaparecesse. Pronto, ok, eu também comi uma meia dúzia, é que é realmente difícil de resistir...
    Assim sendo, para fazer estes biscoitos simples e gulosos utilizei:
    - 150 gr de farinha,
    - 125 gr de margarina Vaqueiro,
    - 100 gr de açúcar + o necessário para polvilhar os biscoitos, 
    - 4 gemas (3 para a massa + 1 gema para pincelar a massa antes de ir ao forno),
    - 0,5 dl de leite.

    Misturei numa tigela a farinha com o açúcar, a margarina e 3 gemas. Adicionei o leite a pouco e pouco amassando muito bem. 
    Moldei em bola e deixei descansar um pouco.
    Depois fiz pequenas bolinhas com a massa e coloquei-as sobre papel vegetal (previamente untado) que coloquei num tabuleiro.
    Pincelei as bolinhas da massa com a restante gema desfeita. Achatei um pouco fazendo pressão com os dentes de um garfo e cozi no forno a 200º durante cerca de 15 minutos.
    Como cada tabuleiro levava 9/12 bolinhas, ia retirando do forno e acrescentando mais. Como entretanto o forno está quente convém ter em atenção que as bolachinhas podem cozer em apenas 10 minutos.
    Vão-se retirando do tabuleiro com a ajuda de uma espátula e, caso se queira, são polvilhadas enquanto estão quentes com açúcar (não polvilhei a totalidade das bolachas a pensar nas que eu iria comer...).


    domingo, 8 de maio de 2011

    Arroz de Salsichas à Valenciana à minha maneira

    Fui buscar inspiração para esta receita na revista "Cozinha Semanal", n.º 505, Especial Arroz, Maio de 2011 mas acabei a fazer este prato com algumas diferanças da receita original pelo que deixo aqui a minha forma de fazer este Arroz que fez imenso sucesso cá em casa junto dos adultos (eu e o meu marido) e das crianças (o meu filho e o seu mano).
    Assim, levei a refogar em azeite, num tacho grande (volto a reforçar a ideia de que gosto de cozinhar em tachos grandes mesmo que não vá fazer grandes porções de comida), uma cebola pequena picada e três dentes de alho picados. Quando tudo começou a alourar adicionei cerca 24 salsichas enlatadas (três latas de 8 salsichas cada) cortadas às rodelas, uma caixa de bacon aos pedaços (cerca de 150 gramas), um pouco de milho que tinha congelado (mais ou menos três colheres de sopa), ervilhas (a gosto - podiam ter sido adicionadas mais mas como cá em casa só eu e o meu filho é que gostamos adicionei apenas cerca de três colheres de sopa) e quatro rodelas de ananás partido aos pedaços. Juntei ainda o sumo do ananás uma vez que se tratava de uma lata pequena apenas com as referidas quatro fatias.
    Quando tudo tinha um ar frito, juntei açafrão (mais ou menos duas colheres de sopa), mexi, envolvi, e deixei cozinhar durante mais cinco minutos.
    Juntei depois cinco canecas de água quente (que iriam ser a medida do arroz, no caso duas canecas de arroz) e quando tudo ferveu juntei as duas canecas de arroz. Temperei com um pouco de sal, fui sempre mexendo, e deixei cozinhar durante dez minutos. Quando apaguei o lume tapei muito bem o tacho com a sua tampa por forma a que o arroz 'abrisse' e 'terminasse' de cozer no vapor da sua própria cozedura durante cerca de 5 minutos.
    Estava pronto e ficou muito apetitoso. É uma espécie de Arroz à Valenciana mas apenas com Salsichas e os restantes ingredientes. É muito fácil e rápido de fazer porque é confeccionado com enlatados. Por esse motivo também pode ser feito quando não temos nada preparado e é também uma forma de "disfarçar" ingredientes chamados "(quase) de plástico" que assim ficam misturados com fruta e legumes.

    sexta-feira, 6 de maio de 2011

    Macarrão gratinado com restos

    Para não parecer que ando "fugida" do blog deixo mais uma receita feita com massa e restos para aproveitar o que está no frigorífico e que já não dá para uma receita em família. Para além disso, confesso que a vontade de cozinhar não tem sido muita pelo que nem tenho feito novas receitas...
    Esta receita que aqui deixo hoje também é algo habitual cá em casa já que gosto de aproveitar tudo o que posso e porque não gosto de deitar fora comida que está em óptimas condições. Este prato de macarrão gratinado é muito parecido com o Gratinado de Rigatoni que aqui coloquei há uns meses atrás pelo que deixo apenas as indicações de que utilizei na confecção desta receita, que rendeu uma quantidade enorme, um resto de seis fatias de um lombo assado e um resto de frango que tinha feito no forno tendo partido as carnes aos pedaços. Deitei tudo num tacho onde levei a refogar num pouco de margarina e nos molhos que estas carnes já tinham juntamente com ananás aos pedaços, ervilhas e cenoura. Deixei fritar um pouco, adicionei um pouco de leite para engrossar o molho, e reservei.
    À parte cozi o macarrão conforme as instruções habituais (dez minutos a cozer em água regada com um pouco de azeite e sal a gosto) e reservei também.
    Noutro tacho fiz o molho béchamel ultra rápido da Nigella e reservei também.
    Depois deitei num tabuleiro de ir ao forno as carnes, o ananás, as ervilhas e as cenouras. Coloquei a massa por cima e por fim barrei tudo com o molho béchamel tendo salpicado este com pão ralado com salsa e alho.
    Levei ao forno a gratinar durante cerca de 30 minutos a 200º e estava pronto.
    Desculpem-me esta falta de inspiração e de originalidade mas realmente ando com pouca vontade de andar de volta dos tachos...


    domingo, 1 de maio de 2011

    Arroz de Peixe "revisitado"

    Aqui está mais um prato que costumo fazer cá em casa e que até já o tinha colocado aqui há bastante tempo (há cerca de quatro anos).
    No entanto, hoje voltei a fazê-lo e como introduzi algumas pequenas alterações decidi colocar aqui a forma como fiz agora este Arroz de Peixe imensamente saboroso e que rendeu uma grande quantidade. Dava à vontade para seis pessoas.
    Deitei num tacho grande (para este tipo de receitas gosto de cozinhar em tachos grandes por forma a poder mexer e envolver tudo muito bem sem receio de salpicos) um pouco de azeite, uma cebola picada, 3 dentes de alho picados, 1 folha de louro e 1 pacote de polpa de tomate.
    À parte, noutro tacho, levei a cozer temperadas apenas com sal, duas postas grandes de Garoupa que reservei quando cozeram para entretanto retirar as espinhas e ficar apenas com os pedaços carnudos de peixe branco, limpo, sem peles e espinhas.
    Entretanto deixei refogar tudo um pouco (a cebola, o alho e o tomate) e adicionei uma embalagem de 'cocktail de marisco' do Pingo Doce que tem cerca de 400 gramas. Deixei refogar por mais 5 minutos e temperei com um pouco de sal e piri-piri.
    Adicionei à mistura toda a água da cozedura da Garoupa que passei por um coador por forma a que não ficassem restos de peles e/ou espinhas do peixe.
    Quando ferveu deitei três chávenas de chá de arroz que deixei cozer durante cerca de dez minutos. Quando passaram cinco minutos da cozedura do arroz, adicionei dez camarões grandes e dez delícias do mar que fazem as delícias do meu filho, temperei com mais um pouco de sal e piri-piri e deixei cozer mais cinco minutos. Nessa altura apaguei o lume, tapei o tacho completamente e deixei que o arroz "abrisse" no vapor da cozedura por mais cinco minutos.
    Ficou muito saboroso e no prato juntámos salsa (poderiam ter sido coentros) já que como o filhote não gosta, não a coloco espalhada por cima do arroz ainda no tacho que é como gostamos...


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