quinta-feira, 15 de julho de 2010

Peixe Cozido com Batatas e Feijão Verde

Tendo em conta as respostas ao questionário que está a decorrer aqui ao lado, sobre o facto de saber se vale a pena colocar receitas de cozidos, grelhados e refeições mais simples, aqui está o nosso jantar de ontem. É um prato muito saudável, leve e que se pode fazer em qualquer altura, mesmo não estando preparado porque o peixe (neste caso, Pescada) pode cozer-se ainda congelado.
Assim, chegada a casa, retirei o peixe do congelador e coloquei-o no tacho, sem água, coberto de sal. Depois de cerca de uma hora assim, juntei água e cozi o peixe durante cerca de quinze minutos.
À parte descasquei cinco ou seis batatas pequenas e um "molho" de feijão verde que levei a cozer temperados com sal a gosto, durante cerca de vinte minutos, juntamente com dois ovos.
Ficou tudo pronto num instante e assim jantámos peixe cozido, temperado com azeite e vinagre de sidra. A acompanhar tivémos uma salada de alface e tomate.
Creio que é a primeira receita que coloco aqui duma comida cozida... Achava que não tinha muito interesse mas pelos visto tem. Prometo que irei colocar mais receitas assim.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Frango no forno com ervas aromáticas

Confesso que estava algo reticente quanto a este novo produto da Maggi e à forma de confeccionar o frango mas quando pedi no talho um frango partido aos pedaços (com a intenção de experimentar uma nova receita) e como oferta vieram estas ervas aromáticas, confesso que não resisti em experimentar...
Assim sendo, experimentei e é mesmo como diz na embalagem: colocar o frango dentro do saco que vem na saqueta, misturar o frango com o tempero (no caso, sabor a ervas aromáticas), envolver tudo, fazer pequenos furos no saco, atar o saco (acessório incluído no pacote de temperos) e levar ao forno durante cerca de meia-hora.
É mesmo verdade, não foi preciso azeite, nem óleo, nem margarina nem outra gordura qualquer. O frango ficou 'assado' com um sabor agradável e apelativo mas não deixa de ter um ar um pouco de "plástico", quanto a mim. Claro que as crianças cá de casa adoraram mas eu e o marido concluímos que preferimos o frango temperado e cozinhado por mim.
No entanto, é uma óptima alternativa para os dias em que não se tem tempo nem nada preparado ou planeado para uma refeição. É só comprar o frango e colocá-lo no forno com este tempero.
No caso, acompanhámos com batatas fritas, algo que raramente ou nunca se come cá em casa...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Receitas "básicas" (grelhados, cozidos, dia-à-dia, etc) - vale a pena colocar no blog?

Decici colocar esta sondagem aqui ao lado e gostava de ter a vossa colaboração porque muitas vezes me pergunto se valerá a pena colocar aqui receitas simples e básicas do dia-à-dia como, por exemplo, grelhados, cozidos, etc. porque os considero cozinhados "básicos", que toda a gente conhece e sabe fazer.
De qualquer forma, conto convosco para votarem e participarem na pequena sondagem e assim poder saber a vossa opinião. Se quiserem "dizer" algo mais ou dar outra opinião/sugestão, podem fazê-lo nos comentários a este post.
Muito Obrigada!

domingo, 4 de julho de 2010

Choco Frito

Adoro chocos (lulas e polvo) nas suas mais diversas 'variações' e este Choco frito nunca o tinha feito apesar de adorar. É usual fazer Choquinhos fritos mas o Choco "ferrito" "à moda de Setúbal" nunca tinha experimentado. Mais uma vez recorri à minha mãe e fiz da forma que ela costuma fazer e que penso ser comum a muitas receitas desta forma de fritar o Choco.
Comprei quase 1 Kg de tiras de Choco que cozi previamente, com um pouco de sal, durante meia hora. Depois de cozido e arrefecido (passei as tiras por água da torneira) retirei a pele que vem no Choco e temperei as tiras, de ambos os lados com sal, alho em pó e sumo de um limão (primeira foto). Deixei a marinar durante quase uma hora e depois passei as tiras por ovo e por farinha (segunda foto).
Fritei o Choco em óleo bem quente durante cerca de dez minutos em lume médio/forte e quando retirei do lume, colquei as tiras sobre papel absorvente para retirar o excesso do óleo.
Depois coloquei o Choco numa travessa e, esta parte é opcional, antes de servir, reguei as tiras com sumo de limão.
Acompanhámos com arroz branco e uma salada de alface e agrião mas poderia ter sido acompanhado com batata frita.
Ficou óptimo e muito apetitoso!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Esparguete à Bolonhesa

Comprei carne de vaca picada e fiz um refogado em azeite, juntamente com um pouco de margarina, com alho e cebola ao qual juntei a carne. Temperei com sal e quando tudo alourou, deitei polpa de tomate e um pouco de água para cozinhar a carne.
Entretanto, à parte, cozi a esparguete com sal e um dente de alho, durante cerca de dez minutos. Quando cozeu, reservei.
Entretanto adicionei uma lata de cogumelos laminados à carne e deixei refogar mais um pouco envolvendo tudo.
Deitei a carne numa travessa de ir ao forno. Por cima coloquei a esparguete e deitei uma embalagem de queijo ralado por cima de tudo. Levei ao forno a gratinar durante cerca de 25 minutos a 200º e estava pronto. Ficou muito apetitoso!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Arroz de Cenoura

Esta é mais uma receita que me foi passada pela minha mãe e que adoro.
Dou conta que coloco aqui imensas receitas da minha mãe mas é nela que vou sempre buscar inspiração, antes de qualquer pesquisa na internet... E como agora estamos longe uma da outra, parece que fico com mais vontade de cozinhar em casa o que a minha mãe sempre cozinhou.
Para terem uma ideia do que estou a "falar", num destes fins-de-semana a minha mãe perguntou o que eu gostaria que ela fizesse para um almoço uma vez que íamos estar todos juntos, e a minha resposta foi que não sabia porque tenho feito o que ela também costuma cozinhar...
Mas passando à receita do Arroz de Cenoura, é muito fácil e fica muito bom.
Deito um pouco de óleo num tacho e sobre ele pico dois ou três dentes de alho e uma cebola pequena. Junto ainda uma cenoura média cortada aos quadradinhos pequenos e levo a refogar. Quando a cebola e os alhos alourarem, deito água (sempre o dobro da medida que uso com a quantidade de arroz) e quando esta ferver, adiciono o arroz.
Deito sal q.b. e deixo cozer durante dez minutos. Depois de apagado o lume, deixo o arroz a repousar com a tampa colocada no tacho, por forma a que a água da cozedura que sobrou, evapore totalmente e desta forma, o arroz fica mais solto também.
Está pronto e é muito apetitoso :)

150...

O meu obrigada por termos chegado a este número "redondo": 150 seguidores... Nunca pensei ter tantos leitore(a)s interessados nos meus 'singelos' cozinhados.
A todos vocês, o meu sincero obrigada. São uma fonte de inspiração e de estímulo para continuar aqui e para ir experimentando e fotografando novas experiências culinárias.
Claro que as implicações são também uma maior responsabilidade e um cuidado e atenção acrescidos com tudo o que aqui possa colocar mas é assim que se 'evolui'...
:)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Costeletas panadas

Esta receita é muito simples mas foi a primeira vez que a fiz... Geralmente peço à minha mãe para fazer panados porque não gosto muito de ficar com as mãos cheias de ovo e pão ralado. No entanto, como estava cheia de saudades de comer panados e como não estou com os meus pais há algumas semanas, decidi meter mãos à obra e afinal sujar as mãos no ovo e no pão ralado não custa assim tanto, até o meu filho ajudou (são as suas mãos na foto do lado direito, em cima).
Assim, temperei várias costeletas do lombo que são as minhas preferidas, e outras do "fundo" que são as preferidas do meu marido) com alho em pó, sal, colorau, louro e sumo de limão.
Deixei-as a marinar durante uma tarde e antes de as fritar, passei-as por ovo e depois pelo pão ralado. Fritaram em óleo bem quente durante alguns minutos e estavam prontas. Depois de fritas, coloquei-as sobre papel de cozinha por forma a que este absorvesse parte do óleo da fritura.
Ficaram muito apetitosas por causa do sumo de limão e agora que já 'desmistifiquei' a "questão" das mãos ficarem com (muito) ovo e pão ralado, posso continuar a fazer panados.

domingo, 20 de junho de 2010

Patas Gigantes de Caranguejo Real do Alaska

Este petisco delicioso (apesar de poder haver quem considere o aspecto deste Caranguejo Gigante "estranho") não custa nada a fazer, é delicioso e nós adoramos.
É só ir ao Pingo Doce e comprar as Patas Gigantes de Caranguejo Real do Alaska  (quem quiser saber mais sobre este Caranguejo pode ver no Discovery Channel o programa Pesca Radical que costumamos ver cá em casa).
As patas estão previamente cozidas, ainda que as compremos congeladas, e depois é só chegar a casa e fervê-las com um pouco de sal.
Deixamos arrefecer e o Caranguejo e está pronto a comer. A casca é quase mole pelo que é muito fácil comer este petisco fenomenal, não são necessários instrumentos específicos para o partir.
Recomendo vivamente a quem nunca experimentou porque tem um sabor único.

Bacalhau gratinado com Batatas e Azeitonas

Fiz esta receita um pouco inventada porque tinha postas de Bacalhau no congelador que nós não gostamos muito de comer 'simples': cabeças, rabos e postas mais finas.
Assim sendo, decidi meter mãos à obra para aproveitar o Bacalhau que estas postas tinham e decidi cozer tudo para depois o desfiar.
Entretanto, fritei cerca de seis batatas médias cortadas às rodelas grossas e reservei.
Num tacho coloquei uma cebola média picada e uma cabeça de alhos picados e deitei azeite por forma a que cobrisse tudo. Refoguei um pouco e juntei o Bacalhau previamente desfiado. Deixei tudo ao lume cerca de dez minutos e juntei um pouco de leite quando estava quase tudo seco.
Ao Bacalhau no tacho juntei as batatas previamente fritas, mais um pouco de leite e metade de um frasco de azeitonas verdes sem caroço. Envolvi tudo calmamente para que as batatas não se partissem, juntei um pouco de molho béchamel e quando tudo estava envolvido deitei numa travessa de ir ao forno.
Por cima deitei o resto do molho béchamel e um pouco de pão ralado com alho e salsa. Entretanto coloquei, também, as restantes azeitonas e levei ao forno a gratinar durante cerca de meia hora a 200º.
Como se pode ver na foto em baixo do lado direito, tive a ajuda preciosa do meu filho a colocar as azeitonas por cima do bacalhau e das batatas.
Este prato parece ter tido um gostinho mais especial porque cozinhei, pela primeira vez, batatas semeadas por nós na nossa horta e porque foi uma espécie de invenção para acabar com os "restos" de bacalhau que enchiam o congelador...
:)

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