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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Huevos Rotos inventados...

Apesar de, há muitos anos, ter ido a Madrid em trabalho e à Galiza em passeio, por incrível que pareça nunca tinha ouvido falar em Huevos Rotos até fazer um Curso de Espanhol...
Também nada sabia ou tinha aprendido sobre esta língua mas tendo em conta a curiosidade provocada pelas inúmeras séries espanholas que entretanto comecei a ver (A Casa de Papel, Vis a Vis, o Tempo Entre Costuras, Elite, etc.), a vontade de aprender falou mais alto e lá fui eu.
Um dos temas foi a Gastronomia / Alimentação e lá vieram os Huevos Rotos à conversa. Por instantes senti-me a pessoa mais inculta do mundo por não conhecer e, pior ainda, nunca ter provado Huevos Rotos...
Entretanto fiz várias pesquisas pela net e resolvi fazer uma adaptação do que encontrei e li, e tendo em conta o que tinha disponível em casa.
Esta refeição serve também de petisco mas como "enche bastante", pode ser a refeição principal num daqueles dias em que nos apetece comer algo... mais aconchegador sem pensar muito em calorias ou gorduras e que... dias não são dias...

Fiz estes Huevos Rotos para três pessoas, sendo que uma não quis ovo e por isso as fotos só apresentam dois ovos.

Assim, precisamos de:

- 3 ovos (1 por pessoa),
- 600 g de batata em palitos para fritar (usei da congelada por ser mais prática),
- 1 dente de alho,
- 1 cebola pequena picada,
- 1 chouriço (muito) pequeno ou uma metade,
- 1 morcela de arroz,
- 6 fatias de fiambre quadradas médias,
- Óleo q.b.

Comecei por fritar as batatas e reservei.
Num tacho refoguei o alho e a cebola num bocadinho de óleo e quando alouraram juntei o chouriço e a morcela de arroz previamente cortados e também reservei.
Entretanto, noutro tacho (maior e, de preferência anti aderente), em lume brando, deitei um bocadinho de óleo no fundo e juntei as batatas fritas.
Por cima destas coloquei as fatias de fiambre e sobre o fiambre juntei o refogado com o chouriço e a morcela, que estava noutro tacho.
Ao  mesmo tempo, numa frigideira pequena, estrelei os ovos que juntei por cima de tudo o resto, no tacho maior.
Foi a servir à mesa diretamente do tacho e só posso dizer que estava fabulosamente saboroso e apetitoso...




terça-feira, 28 de novembro de 2017

Camarão frito em alho com Noodles

Esta foi mais uma receita que saiu duma inspiração momentânea enquanto fazíamos compras no supermercado.
Vai daí que para esta receita simples e muito saborosa, que foi o jantar/petisco de duas pessoas, precisámos de:

Ingredientes:

- 750 g de Camarão,
- 4 dentes de alho médios/pequenos picados,
- Azeite q.b.,
- 1 malagueta pequena picada,
- 1 embalagem de Noodles do Pingo Doce, sabor camarão.

Preparação:

Descascámos o camarão previamente cozido, tendo retirado as cabeças e o rabo e temperámos o camarão com mais um pouco de sal e a malagueta picada.
Entretanto, preparámos os Noodles de acordo com as instruções da embalagem, num tacho.
Numa frigideira antiaderente levámos a refogar os alhos picados num pouco de azeite. Quando ficaram dourados, retirámos os alhos da frigideira e reservámos os mesmos à parte, num prato.
Adicionámos os camarões ao azeite quente na frigideira e deixámo-los fritar um pouco, até 'dourarem'. Nesta altura adicionámos os alhos, envolvemos tudo e estava pronto.
Comemos os camarões com os Noodles e ficou muito saboroso e apetitoso, com um belo Mateus Rosé a acompanhar.
Serviu de jantar e de petisco pois tínhamos também na mesa um queijo fresco, um patê e tostinhas que fomos comendo.
Tão simples e tão bom...


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Pataniscas de Bacalhau

Com uns restos de Bacalhau no congelador que não davam para fazer nada de muito elaborado, pela primeira vez na minha vida fiz Pataniscas que adoro...
Contudo, acho que ficaram um pouco 'grossas' e consistentes devido ao facto de ter colocado mais farinha que o necessário mas estavam muito saborosas ainda que com um aspecto grosseiro.
Fiz várias pesquisas na net e baseei-me nesta receita.
Assim, para fazer estas Pataniscas cozi duas postas baixas de Bacalhau que desfiei depois e juntei cerca de 300 gr de Bacalhau que tinha já desfiado congelado.
Lavei e piquei uma cebola média e um molho de salsa que coloquei numa tigela. Para cortar a Salsa tive a ajuda do meu filho que a cortou com uma tesoura e acabou por 'cortar' também a cebola.
Juntei 5 ovos inteiros e farinha (mais ou menos 100 gramas mas devia ter sido menos), mexi tudo e envolvi tudo muito bem e adicionei o Bacalhau e mexi tudo novamente.
Levei a fritar em óleo quente e fui deitando colheradas da massa que rendeu cerca de dez Pataniscas.
Coloquei sobre papel absorvente e serviram de petisco e para uma refeição que acompanhámos com Arroz de Tomate e Salada de Alface e Tomate.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Rolo de Pescada

Fui encontrar esta receita numa revista que comprei pela primeira vez, por muito 'estranho' que possa parecer. Trata-se da revista Segredos de Cozinha - Guia Semanal de Culinária, n.º 1340, de 27/06/2011, que custa 0,85€ e gostei bastante, tanto que entretanto já comprei outro número.
Neste caso fiz um Rolo de Pescada, algo que nunca tinha feito e que achei com ar de "souflé" já que leva claras em castelo.
Deixo a minha versão da receita que rendeu um Rolo consistente e grande, uma espécie de torta num tabuleiro médio.
Numa tigela envolvi 6 gemas juntamente com uma cebola pequena picada, juntei azeitonas pretas, temperei com um pouco de sal e reservei.
À parte levei a cozer em água seis medalhões de Pescada temperados com sal que parti aos pedaços depois de cozidos. Juntei a Pescada ao preparado dos ovos e adicionei 6 claras batidas em castelo. Mexi e envolvi tudo com cuidado e deitei sobre papel vegetal num tabuleiro de ir ao forno previamente untado. Levei a cozer ao forno durante 25 minutos em forno pré aquecido a 180º.
Desliguei o forno e deixei arrefecer dentro do forno durante cerca de 15 minutos.
Entretanto barrei o preparado com maionese e enrolei com a ajuda do papel vegetal e de um pano turco ficando com este ar de torta.
Coloquei sobre folhas de alface e estava pronto. Ficou muito bom e é óptimo não só para uma refeição mas também para petiscos.
No caso acompanhámos com Puré de Batata e salada de alface e tomate.


sábado, 16 de julho de 2011

Rissóis de Pescada da minha mãe - os melhores do mundo...

Claro que sou suspeita para dizer que estes Rissóis de Pescada da minha mãe são os melhores do mundo mas é assim que eu os sinto pois nunca comi outros que me fizessem vacilar nesta opinião...
Para além disso, fazem parte da minha memória enquanto criança já que cresci com estes rissóis em todas as minhas festas de anos...
Nunca experimentei fazê-los ainda que tenha guardada comigo a receita de forma quase 'religiosa'. Bem, passada esta pequena introdução, vou passar à receita propriamente dita, primeiro da massa e depois a receita do recheio.
Para a massa é necessário:
Colocar uma colher de sopa de margarina num tacho e levar ao lume a derreter. Depois de derreter juntar no tacho, ainda ao lume, uma chávena almoçadeira cheia de água e outra cheia de leite e um pouco de sal. Deixar ferver e adicionar no tacho duas chávenas almoçadeiras de farinha e mexer imediatamente. Deixar engrossar e apagar o lume.
Deitar numa mesa ou numa tábua e amassar até ficar lisa.
Para o recheio é necessário:
Utilizar, em média, 1 Kg de Pescada que se leva a cozer temperada com sal (pode ser Pescada fresca e/ou medalhões/lombos, como se quiser). Se for Pescada fresca, desfiá-la depois de cozida, limpa de peles e de espinhas.
Num tacho colocar uma cebola média picada e um molho de salsa também picada juntamente com a Pescada e levar a refogar num pouco de óleo. Depois, ainda ao lume, ir adicionando molho branco/béchamel (que também pode ser de compra) por forma a que não fique muito 'mole' nem 'líquido'. Ir mexendo até ver que tudo está com ar de pasta para se colocar dentro da massa do rissol.
Depois de ter o recheio feito, ir estendendo e cortando a massa em forma de rissol e juntar o recheio (em princípio uma colher de sobremesa é suficiente).
Dicas: para fechar a massa: calcar a massa na borda com o cabo de uma colher à roda (fica uma espécie de marca que depois desaparece e que é muito útil para o rissol não abrir quando se está a fritar). A massa corta-se, de preferência, com um "corta massa" mas há quem o faça com a borda de uma tigela/taça.
Depois de fechados, passar por ovo e pão ralado. Podem fritar-se imediatamente ou então congelar.
São irresistíveis... Adoro estes Rissóis da minha mãe, seja numa festa ou seja numa refeição com um belo dum Arroz de Tomate e uma salada...

domingo, 17 de abril de 2011

Tarte de Batata com Queijo e Bacon

A pensar num piquenique para estes dias primaveris tão solarengos e amenos encontrei no site da Vaqueiro esta tarte que me pareceu logo muito apetitosa e indicada para uma refeição ao ar livre ainda que dê algum trabalho porque temos que fritar batatas para a Tarte mas valeu a pena.
Assim, para fazer esta tarte sem massa precisei de:
- óleo,
- 3 a 4  batatas médias,
-sal,
- pimenta a gosto,
- 15 a 20 fatias finas de bacon (comprei no Pingo Doce uma embalagem de Bacon fatiado),
- 200 g de queijo (eu usei queijo flamengo),
- 3 ovos,
- 2 dl de natas (um pacote).

Para preparar a tarte comecei por fritar as batatas que tinha cortado previamente às rodelas grossas. Escorri-as sobre papel absorvente e temperei-as com um pouco de sal e de pimenta.
Entretanto liguei o forno a 200 °C.
Na receita original recomendam que se retire o courato às fatias de bacon mas este que comprei, da marca Pingo Doce, era tão suave e "mole" que eu não retirei essa parte.
Coloquei as fatias de bacon no fundo de uma forma de tarte sobrepondo-as um pouco e de forma a cobrir completamente o fundo e deixando metade das fatias para utilizar mais tarde.
Entretanto coloquei metade das batatas que tinha frito sobre as fatias de bacon e por cima espalhei o queijo flamengo cortado em fatias finas/pedaços e cubri com as restantes batatas.
À parte bati os ovos até estarem desfeitos, juntei as natas e misturei bem. Deitei esta mistura sobre as batatas e cubri o preparado com as restantes fatias de bacon, voltando a sobrepô-las.
Levei ao forno durante cerca de 30 minutos e por precaução recomendo que se coloque a forma da tarte sobre um tabuleiro de ir ao forno porque pode acontecer-vos como me aconteceu a mim: saíu um pouco da mistura dos ovos com as natas, tendo-se entornado no próprio forno. No entanto, como estava no início da cozedura ainda fui a tempo para colocar a forma da tarte sobre um tabuleiro maior.
Esta tarte ficou óptima e fez as nossas delícias num piquenique à beira mar plantado. 


sábado, 9 de abril de 2011

Tarte de Atum com Cogumelos e Delícias

Há muito tempo que não fazia tartes cá por casa e hoje, sem grandes vontades para cozinhar, apeteceu-me voltar a fazer uma Tarte pela sua simplicidade e para aproveitar algum Atum que tinha sobrado doutra refeição.
Comprei no Pingo Doce uma embalagem de massa quebrada já feita e pronta a utilizar que coloquei numa forma de tarte e piquei com um garfo.
À parte levei ao lume num pouco de óleo, uma lata e meia de atum juntamente com uma cebola pequena picada e uma lata pequena de cogumelos laminados. Deixei refogar tudo, temperei com um pouco de sal e reservei.
Numa tigela mexi três ovos inteiros aos quais juntei um pacote de natas.
Deitei na massa o atum e os cogumelos previamente refogados, deitei por cima a mistura dos ovos com as natas e 'calquei' tudo para que o cimo da mistura ficasse 'liso' e 'direito'.
Adicionei ainda na mistura seis delícias inteiras e levei ao forno durante meia hora a 225º. Ficou muito saborosa e comemos a tarte acompanhada com uma bela salada com alface, tomate e coentros.
Sobrou ainda metade pelo que é um óptimo petisco para outra refeição, para uma entrada ou até mesmo para levar para um piquenique.
Tinha mesmo saudades de comer Tartes...


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pão torrado com Delícias, Queijo e maionese

No seguimento do Pão torrado que tinha feito com queijo, alho e coentros, decidi fazer o resto da baguette, que rendeu cerca de 14 fatias de pão. Quatro destas fatias foram torradas, tendo sido pinceladas com um pouco de azeite, e com fatias de tomate temperadas com um pouco de sal e oregãos. Ficaram boas mas nada de especial e eu adoro tomate...
Em relação às restantes dez fatias, misturei duas colheres de sopa de maionese, três triângulos de queijo (do género dos da marca "A Vaca que Ri" sendo que no caso usei idênticos mas da marca do Minipreço), duas delícias previamente descongeladas, triturei tudo e temperei com um pouco de sal.
Depois de ter esta pasta feita e de ter colocado as fatias do pão num tabuleiro de ir ao forno préviamente pinceladas com um pouco de azeite, barrei cada uma delas com um bocadinho da mistura e levei ao forno durante 5 minutos a 265º e mais 5 minutos no grill. Aqui depende da potência do grill do forno pelo que convém ir controlando por forma a que o pão não fique demasiado torrado.
Ficou bom mas não tão bom como as fatias que fiz com o queijo, o alho e os coentros, talvez porque em vez de levar alho picado levou apenas o alho em pó.
De qualquer forma também desapareceram num ápice porque estavam igualmente gulosas e saborosas...


segunda-feira, 21 de março de 2011

Pão torrado com Queijo, Alho e Coentros

Fui buscar inspiração para fazer esta receita na  "Revista Magazine Continente, Março de 2011, n.º 06, Ano 1" tal como já o tinha feito com o Pudim de Café.
Na Revista deram o nome a este belo petisco de "Crostini com queijo e alho", que é feito com salsa. Como fiz algumas pequenas alterações decidi dar-lhe o nome que está no título deste post: Pão torrado com Queijo, Alho e Coentros.
Assim sendo, comecei por comprar uma baguete comprida e não muito larga, já com o intuito de a utilizar no dia a seguir cortando-a às fatias.
Para cerca de 14 fatias de pão (metade da baguete) triturei três dentes de alho, um pouco de coentros (a olho e a gosto), três queijinhos em triângulos (do género dos da marca "A Vaca que Ri" sendo que no caso usei idênticos mas da marca do Minipreço), um bocadinho de azeite e temperei com um pouco de sal e de pimenta.
Depois de ter esta pasta feita e de ter colocado as fatias do pão num tabuleiro de ir ao forno préviamente pinceladas com um pouco de azeite, barrei cada uma delas com um bocadinho da mistura e levei ao forno durante 5 minutos a 265º e mais 5 minutos no grill. Aqui depende da potência do grill do forno pelo que convém ir controlando por forma a que o pão não fique demasiado torrado.
Só vos digo que ficou óptimo! Se soubesse que ia ficar tão bom teria feito a baguette completa mas como estava em experiências não quis arriscar.
Ficou tão bom que todas as fatias desapareceram num ápice e é uma óptima entrada/petisco. Fica uma espécie de pão de alho mas muito melhor e agora já só penso em variações...


sábado, 12 de março de 2011

Peitos de Frango panados com Alheira e Migas do Chef Hélio Loureiro

Por incrível que pareça, ando desde pouco depois do Natal para fazer esta receita que vi nas férias no Programa Praça da Alegria com o Chef Hélio Loureiro (ao clicar no link podem visualizar o video do programa com a confecção da receita). Pareceu-me logo óptima e fiquei cheia de vontade de a experimentar. No entanto, só agora calhou a fazer este magnífico prato que recomendo vivamente sendo que necessita de tempo e disposição para ser confeccionado porque os ingredientes e a forma como são cozinhados necessitam de alguma preparação prévia.
Assim sendo deixo a forma como fiz estes Peitos de Frango panados.
Comecei por pedir no talho seis peitos de frango ('volumosos') e que dessem um pequeno corte no meio do Peito de Frango por forma a que ficasse com uma espécie de bolsa.
Em casa, recheei cada um dos peitos de frango com pedaços de uma alheira que comprei no supermercado (a gosto) e a que tirei a pele. Temperei os Peitos de Frango com sumo de limão e sal. Passei-os, de um lado e outro, em farinha, e depois passei-os por dois ovos batidos e ainda em pão ralado.
Na receita original, o Chef Hélio Loureiro frita os peitos de frango em óleo mas como referem o facto de poderem ir ao forno, optei por esta última opção uma vez que assim são confeccionados com  muito menos gordura. Levei-os ao forno num tabuleiro com um pouco de óleo (só mesmo como que para 'untar' o tabuleiro) e bocadinhos de margarina espalhada por cima dos peitos de frango a 250º durante vinte minutos de cada um dos lados.
Para fazer as Migas levei a cozer cerca de 400 gramas de folhas e flor de grelos de couve, temperados com um pouco de sal, durante cerca de vinte minutos e reservei-os.
Entretanto levei a refogar em azeite uma cebola pequena picada e dois dentes de alho picados. Quando alouraram, juntei os grelos e mexi tudo. Adicionei depois cerca de 400 gramas de feijão frade (enlatado e já cozido) e por fim o miolo de uma broa de milho com cerca de 200 gramas. Mexi tudo, deixei refogar um pouco e estavam prontas. Ficaram uma delícia, adoro migas que já tinha feito mas de forma diferente.

(clicar para aumentar)

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Pão com Torresmos

Desta vez, e tendo a bisavó do meu filho nos dado uma caixa com Torresmos, decidi fazer eu a massa do pão apesar de não ter nenhuma máquina própria para o efeito (Bimby, Máquina de fazer pão e afins). No entanto, como sou apologista de que cozinhar deve ser um prazer e não algo complicado e trabalhoso, para fazer a massa do pão baseei-me na massa que tinha feito há umas semanas atrás para fazer várias Pizzas e fiz a mesma quantidade que tinha feito para as Pizzas e que rendeu cerca de 20 pãezinhos médios/pequenos, a saber:
- 4 chávenas de chá de farinha de trigo,
- 2 chávenas de leite,
- Sal q.b,
- 4 colheres de sopa de azeite.
Envolvi tudo numa tigela, com uma colher, e adicionei ainda, como 'extra' a esta receita de massa para Pizza/Pão uma chávena de farinha de milho para dar "sabor" e uma colher de chá de fermento.
Depois de ter a massa feita, acho que o "segredo" para conseguirmos moldar bolas de pão sem entrarmos em desespero com a massa a agarrar-se toda às nossas mãos, é enchê-las de farinha de cada vez que vamos fazer uma bolinha de pão. Podemos gastar muita mais farinha assim mas compensa o facto da massa não ficar nos dedos toda pegajosa. Eu pelo menos começo a "entrar em stress" quando vejo a massa a colar-se aos dedos e às palmas das mãos e consequentemente a não conseguir moldar as bolas com a massa.
Assim sendo, vou moldando bolas médias com a massa e colocando lá dentro, por forma a que fique no meio, pedaços de Torresmos que entretanto acabaram devido à gulodice cá de casa em que fomos comendo os pedacinhos de torresmos 'sem nada'. Como sempre tive a preciosa ajuda do meu filho a mexer a massa e a fazer as bolinhas com a mesma.
Para não me sobrar massa, cortei um pouco de um chouriço às rodelas, a que retirei a casca, e fiz bolinhas com uma fatia de chouriço lá dentro.
Entretanto untei um tabuleiro de ir ao forno com um pouco de óleo e farinha e fui lá colocando as bolinhas da massa (cerca de 8/10 de cada vez) e levei ao forno durante 20 minutos a 265º.
Escusado será dizer que ficou óptimo e super guloso. A primeira fornada desapareceu num ápice mas como a massa enche, da segunda fornada ainda só foi comida uma bolinha. Ficaram óptimas, parecem mesmo pão "verdadeiro" e muito saborosas tanto com os torresmos como com o chouriço.


sábado, 8 de janeiro de 2011

Patê de Atum

Fiz este patê esta tarde depois de ter sobrado algum Atum do nosso almoço.
É muito simples e é uma receita que sei desde sempre mas que nunca calhou a colocar em prática.
Assim sendo, triturei (com a varinha mágica) o Atum (metade de uma lata), dois dentes de alho picados e duas colheres de sopa de maionese.
Não rendeu muito pois as quantidades eram pequenas (deu esta tigela pequena quase cheia) mas cá por casa desapareceu num ápice tendo sido petiscado por mim, pelo maridão e pelo filhote que adorou. Comemos com tostinhas mas também fica muito bom com pão.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Embrulhos de Presunto com Figos e Queijo de Cabra ('chévre'), da Nigella

Aqui está mais um petisco que fiz para a noite de passagem de ano. Vi a confecção e receita pela primeira vez num dos programas da Nigella, sobre o Natal, e fiquei com este petisco "debaixo de olho" para fazer e nada melhor do que uma ocasião que junta diversas pessoas para colocar em prática estes Embrulhos de Presunto com Figo e Queijo de Cabra ('chévre').
Fiz, mais ou menos, cerca de 20 embrulhos e para tal utilizei:
- 10 fatias finas (e não secas) de presunto,
- 150 gramas de queijo de cabra ('chévre'),
- 20 figos secos com farinha.
Cortei o pincaro dos figos e abri-os ao meio sem os separar. Cortei o queijo de cabra em pedacinhos e recheei cada um dos figos com um pedaço, fechando-os de seguida.
Cortei algumas fatias de presunto ao meio e enrolei cada figo em meia fatia ou fatia (a gosto).
Coloquei num prato azul que realçou o contraste das cores e estava pronto a servir.
Devo dizer que eu não gosto de figos secos e neste caso gostei e comi devido à conjunção com o presunto e o queijo.


domingo, 2 de janeiro de 2011

Presunto com melão

Espero que tenham passado um Bom Ano e hoje volto aqui com uma receita muito simples de uma entrada/petisco que fiz para levar para a passagem de ano.
Já tenho comido Presunto com Melão nos restaurantes mas não sei porquê nunca tinha feito em casa e/ou para alguma ocasião/festa mais 'caseira'.
Assim sendo, fiz bolinhas do melão com a ajuda de uma Colher Parisiense, enrolei o melão em metade de uma fatia de Presunto (sempre sem a gordura que as fatias trazem no 'cimo') e prendi tudo com um palito. Está pronto a servir e sabe muito bem o contraste entre o salgado do Presunto e a leveza e o doce do melão.


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Camarões fritos do meu marido

Já por aqui tenho colocado diversas receitas de Camarão cozido e frito e esta é mais uma versão, não muito diferente das restantes mas que tem a particulariedade de ser feita pelo meu marido e não por mim (reparo agora que as últimas receitas não são "minhas" mas fica tudo em família e o importante é partilhar...).
Os camarões são escaldados antes de serem fritos, ou seja, durante apenas uns 5 segundos deita-se água a ferver por cima dos camarões ainda congelados.
Depois levam-se a fritar em azeite com alho laminado, mostarda, sal e piri-piri a gosto. Deixa-se apurar e já está. Quando estão com um ar frito, deitam-se coentros por cima dos camarões e estão prontos a comer.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sapateira (já cozida, receita do recheio)

Por norma compramos as sapateiras vivas mas ontem, com pouca vontade de ter trabalho, e estando à venda no Pingo Doce, já cozidas, a 4,99€/Kilo, achámos que seria uma boa compra...
A Sapateira era grande e estava bem recheada, faltava apenas um pouco de sal e ainda bem que cá em casa gostamos de partes diferentes da Sapateira (ou sapatilha como diz o meu filho...). Eu adoro as patas grandes e carnudas e o maridão prefere as patinhas mais pequenas e as outras partes. Já o filhote ficou-se pelo recheio da Sapateira no pão.
E é do recheio que vou falar porque faço-o sempre eu depois do maridão ter esvaziado e limpo o recheio da carapaça da Sapateira que trituro com a varinha mágica.
Depois tempero com um pouco de sal, adiciono piri-piri a gosto, uma colher de sopa de maionese, uma colher de sobremesa de mostarda e um pouco de pão ralado (com alho e salsa) para dar 'grossura' ao molho caso esteja muito líquido, o que não era o caso deste molho.
Ficou óptimo e muito saboroso. Comemos com pão e tostinhas.



sábado, 4 de setembro de 2010

Arroz de Morcela no forno com Ananás

Aqui está um prato que nunca tinha feito e que serviu para um dia em que não tinha mesmo nada programado ou planeado para o jantar e em que me lembrei que tinha uma morcela no frigorífico cujo prazo de validade estava a terminar.
Assim sendo, lembrei-me de fazer esta espécie de "empadão" que já tinha visto numa revista algures pelo que cozi duas chávenas de arroz como habitualmente e quando faltavam cinco minutos para o fim da cozedura do arroz, juntei-lhe a morcela inteira.
Quando o arroz estava cozido, apaguei o lume e deixei tudo dentro do tacho.
À parte untei uma travessa com margarina, para que o arroz não 'pegasse', e retirei a morcela de dentro do tacho para a cortar às tiras.
Deitei o arroz na travessa e coloquei a morcela partida por cima bem como quatro fatias de ananás também partidas aos pedaços.
Levei ao forno durante meia hora a 200º e ficou óptimo, com a morcela e o ananás tostados e o arroz mais seco e dourado. Foi uma refeição de recurso que ficou saborosa mas não sei se a voltarei a fazer ainda que adore morcelas, arroz e ananás...

domingo, 22 de agosto de 2010

Camarões cozidos, outra versão

Já por aqui tinha colocado a forma como faço os camarões cozidos bem como uma versão de camarões que vi no programa da Nigella.
Num destes dias, e ao ver outro programa da Nigella, tirei uma ideia muito simples mas que pode fazer alguma diferença. Ela estava a cozer gambas e para além do sal, da água e do piri-piri, tal como eu faço, acrescentou à cozedura o sumo de um limão.
Decidi experimentar e realmente deixa um sabor agradável nos camarões. Portanto, levei pouca água ao lume e quando esta ferveu deitei os camarões congelados (um quilo) no tacho. Temperei-os com duas mãos cheias de sal, coloquei piri-piri líquido do nosso (ou seja, foi o meu marido que fez cá em casa) e acrescentei o sumo de um limão pequeno/médio. Deixei ferver e cozer durante dois ou três minutos. Retirei os camarões do tacho e coloquei numa travessa para arrefecerem mais depressa. Ficaram óptimos ainda que sejam dum tamanho um pouco abaixo dos que costumamos comprar. Estes são mais pequenos mas também me parecem mais saborosos...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Hamburguer grelhado no pão integral

Esta receita não tem nada de especial e não custa nada a fazer. É uma variante ou uma alternativa aos hamburguers grelhados 'normais' que costumo fazer cá em casa, sempre acompanhados de salada e arroz ou batatas fritas.
Como ando em contenção alimentar, troquei o arroz por duas fatias de pão integral e nele coloquei duas rodelas de tomate, um pouco de alface e no meio coloquei o hamburguer (de carne de vaca) grelhado, temperado com um pouco de sal e alho em pó e ao qual juntei uma fatia de queijo no final e que derreteu  um pouco com o calor da carne.
Estava pronto e foi uma forma diferente de comer hamburguers em casa.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Migas de Pão de Milho

Tudo "começou" há uns anos atrás no Mercado Medieval em Óbidos. Na dúvida sobre o que petiscar nas diversas tasquinhas existentes, optámos sempre pelo que menos comíamos em casa ou habitualmente e o que nos chamou a atenção, foram as Migas de Pão de Milho. Adoro pão de milho e nem percebo porque  nunca fiz estas migas em casa. Este ano não foi excepção e comemos as 'famosas' migas no Mercado Medieval, sendo que as crianças cá de casa adoraram, o que foi mais um incentivo para fazer este petisco delicioso que também serve de acompanhamento.
É das poucas receitas que fiz "a olho" e em que não consultei nem a minha mãe (que não gosta deste pão) nem outras receitas na net. Assim sendo, e porque já devem estar farto(a)s de tanta história, aqui fica a receita, tão simples e tão saborosa. Não fosse eu andar em contenção alimentar, teria comido o dobro ou o triplo do que comi...
Num tacho refoguei, em azeite, vários alhos picados com coentros e um pouco de feijão frade. Quando tudo alourou, coloquei no refogado o miolo dum pão de milho e pedaços da sua côdea porque gostamos muito assim. Envolvi tudo, adicionei um pouco  mais de azeite e sal q.b. e estava pronto. Não ficou tão homogéneo  como as migas que comemos no mercado mas estavam igualmente apetitosas e saborosas.
Se alguém souber de alguma indicação/acrescento/ideia a esta receita, agrdeço a partilha para poder melhorar/alterar e inovar as migas que nunca tinha feito...
:)



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