quinta-feira, 22 de abril de 2010

Entrecosto frito

Aqui está mais uma receita que raramente faço mas que fica muito apetitosa. Foi-me passada pela minha mãe e é um óptimo pitéu.
Compro sempre no talho cerca de um quilo de entrecosto, mais da parte da 'aba' porque tem mais carne e peço para me cortarem aos "quadrados" / "tiras", como se gostar mais. Para mim o entrecosto tem que ter carne, se a maior parte tiver só osso, não me agrada muito...
Deixo a marinar, de preferência, de um dia para o outro, em vinho branco, temperado com alho, sal, colorau, louro e um pouco de piri-piri.
Depois levo a fritar num pouco de óleo com um pouco de margarina, deixo alourar e nessa altura coloco água de forma a que tape o entrecosto para o deixar cozer mais um pouco durante cerca de vinte minutos/meia hora. Quando a água estiver quase seca e o entrecosto com um ar alourado e frito, está pronto.
Neste caso acompanhei com arroz branco mas uma batatinha frita também sabe muito bem.


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Arroz Branco

Esta é uma receita básica que decidi partilhar convosco, a minha receita de arroz branco.
Num tacho levo a refogar em azeite dois ou três dentes de alho e cebola picada a gosto. Deixo alourar e coloco no tacho uma caneca (de chá, por exemplo) de arroz. Quando o arroz estiver com um ar frito, deito duas canecas de água (o truque da água no arroz é deitar sempre o dobro da medida que se usou para medir o arroz), vou mexendo, tempero com sal q.b. e dez minutos depois está pronto. E assim temos um simples, básico e saboroso arroz branco.



quarta-feira, 14 de abril de 2010

Rancho dos pobres à moda da Bisavó S.

Esta receita foi-me ensinada pela avó do meu marido, que é a bisavó do meu filho, e como não sabia que nome lhe havia de dar, ficou o que está no título porque é o mais popular para comidas deste género (que enchem e que se fazem com poucos ingredientes) mas não sei se será o mais correcto. Foi a primeira vez que fiz este cozinhado, com os ingredientes comprados e dados pela bisavó S., uma vez que me quis passar esta receita porque o meu marido (seu neto) adora este prato.
Assim sendo, refoguei em azeite uma cebola média picada e quando esta alourou coloquei no tacho (grande, como convém) um chouriço inteiro cortado às rodelas bem como cerca de meio quilo de toucinho crú cortado aos pedaços (em género fatia grossa). Quando tudo alourou, juntei ao preparado cerca de seis batatas pequenas/médias cortadas aos cubos, temperei tudo com um pouco de sal (não muito porque o toucinho já é salgado) e depois adicionei água suficiente que tapasse tudo e que chegasse para cozer as batatas e a carne. Deixei cozer tudo durante cerca de vinte/vinte e cinco minutos e não adicionei mais água porque a que tinha chegava para deixar um pouco de molho. Juntei no final, uma lata grande de feijão manteiga (já cozido) e rodelas de farinheira que também já estava cozida. Quando tudo ferveu, apaguei o lume e estava pronto.
Ficou saboroso mas é um prato que enche muito, para além de render imenso e nós éramos só três a comer. Ainda repeti um pouco, o maridão comeu uns três pratos e o filhote também gostou.
A repetir em dias frios de Inverno...


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Sugestão de leitura e para a vista

Tenho este livro há vários anos, foi uma prenda do meu marido pois há muito que ele sabia da minha 'cobiça' em relação a esta obra, principalmente porque era de uma das minhas escritoras preferidas, a Joanne Harris. Trata-se do livro "A Cozinha Francesa" e é um prazer lê-lo, relê-lo e ver as fotografias que contém. Isto vai parecer um contrasenso mas apesar de ter programado fazer algumas das receitas, nunca as coloquei em prática... Ou seja, tenho um livro com receitas e fotos fabulosas e eu nunca me aventurei a cozinhar nada do que lá está, creio que até por algum 'receio' de não sair tão bem como está no livro...
Ainda assim contento-me a cheirar o próprio livro e a ver as fotografias porque quase imagino como poderiam saber aquelas iguarias tal é a forma como são descritas e fotografadas...

sábado, 3 de abril de 2010

Arroz Doce da minha mãe

A minha mãe sempre fez este arroz doce "a olho" e foi um pouco difícil pedir-lhe que me desse as medidas desta sua receita de sempre, tão simples e tão apetitosa.
Como costumo dizer, é mais uma das receitas em que existem milhentas versões mas parece que a da nossa mãe é sempre melhor do que as outras ;)
Assim sendo, para uma chávena e meia de arroz, colocar ao lume um tacho médio cheio de água com uma tira de margarina, uma casca inteira de um limão e um pouco de sal.
Quando ferver, colocar o arroz e deixar secar a água. Quando a água secar, devemos verificar se o arroz está cozido e deitar leite (ainda no próprio tacho) que tape o arroz todo. Quando o leite ferver, deitar açúcar a gosto e mexer.
Depois do lume apagado, colocar duas gemas batidas e voltar a mexer.
Deitar em tacinhas ou numa tigela grande e enfeitar com canela em pó por cima. Fica muito macio e saboroso!







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