sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pão torrado com Delícias, Queijo e maionese

No seguimento do Pão torrado que tinha feito com queijo, alho e coentros, decidi fazer o resto da baguette, que rendeu cerca de 14 fatias de pão. Quatro destas fatias foram torradas, tendo sido pinceladas com um pouco de azeite, e com fatias de tomate temperadas com um pouco de sal e oregãos. Ficaram boas mas nada de especial e eu adoro tomate...
Em relação às restantes dez fatias, misturei duas colheres de sopa de maionese, três triângulos de queijo (do género dos da marca "A Vaca que Ri" sendo que no caso usei idênticos mas da marca do Minipreço), duas delícias previamente descongeladas, triturei tudo e temperei com um pouco de sal.
Depois de ter esta pasta feita e de ter colocado as fatias do pão num tabuleiro de ir ao forno préviamente pinceladas com um pouco de azeite, barrei cada uma delas com um bocadinho da mistura e levei ao forno durante 5 minutos a 265º e mais 5 minutos no grill. Aqui depende da potência do grill do forno pelo que convém ir controlando por forma a que o pão não fique demasiado torrado.
Ficou bom mas não tão bom como as fatias que fiz com o queijo, o alho e os coentros, talvez porque em vez de levar alho picado levou apenas o alho em pó.
De qualquer forma também desapareceram num ápice porque estavam igualmente gulosas e saborosas...


quinta-feira, 31 de março de 2011

Mais utensílios em falta na minha cozinha...

Quando menos se espera encontramos o que há muito desejamos e procuramos e que nunca calhou a comprar e/ou a ter.
Ainda que não seja muito dada a fazer biscoitos e bolachinhas, sempre pensei em ter formas engraçadas para poder fazer bolachas com o filhote e hoje foi o dia de as trazer para casa.
Num passeio à hora de almoço encontro à porta de uma loja de comércio tradicional, numa alcofa em exposição, as embalagens destas formas (brancas numa embalagem e amarelas noutra) a 0,95€ cada e não lhes resisti. Achei-as giras e com um preço muito simpático.
Em relação às colheres de cozinhar, as minhas estão todas a ficar velhotas pelo que quando vi estas três por 2,85€ também achei que valiam a pena porque no outro dia, num supermercado, uma colher semelhante custava dois euros e tal...
Cheguei a casa toda contentinha com estas compras tão simples e agora estou deserta para poder utilizar as forminhas...

terça-feira, 29 de março de 2011

Bifes de Peru Recheados com Espinafres, Queijo e Fiambre

Para fazer este prato fui buscar inspiração numa receita do Chef Hernâni Hermida que saíu na Dica da Semana do LIDL: Bifes de Perú recheados.
Assim, para duas refeições para dois adultos e uma criança utilizei:
  • 1 embalagem de 700 gr de bifes de peru (cerca de seis bifes),
  • 6 fatias de fiambre,
  • 6 fatias de queijo,
  • 200 g de espinafres congelados picados,
  • 6 dentes de alho,
  • 1 dl de azeite,
  • 1 dl de vinho branco,
  • Sal q.b.,
  • Pimenta branca q.b.,
  • Um pouco de leite para fazer molho,
  • Fio de cozinha - como não tinha, substituí por palitos e serviram perfeitamente.
Preparação:

Levei ao lume um tacho com 2 colheres (sopa) do azeite e os espinafres. Deixei cozinhar até ficarem bem descongelados. Depois temperei com sal e pimenta e reservei.
Entretanto temperei os bifes de peru com sal e pimenta e por cima de cada bife coloquei uma fatia de fiambre, uma fatia de queijo e um pouco dos espinafres, enrolei os bifes cuidadosamente e para que não abrissem coloquei palitos.
Levei os bifes enrolados ao lume na frigideira com o resto do azeite deixei-os fritar até ficarem douradinhos de ambos os lados. Adicionei um pouco de leite por forma a que ficasse com um pouco de molho e desliguei o lume.
Coloquei depois os bifes num recipiente de forno e adicionei os dentes de alho descascados e esmagados, o vinho branco e levei ao forno previamente aquecido a 200˚C, durante 15 minutos de cada um dos lados dos bifes.
Retirei do forno e servi com arroz branco. Estavam óptimos e muito gulosos, que vontade de comer o pão molhado no molho...


sábado, 26 de março de 2011

Bolo de Baunilha

Há muito tempo que não fazia bolos mas hoje apeteceu-me voltar a fazer um bolo pelo que lá fui eu retirar mais uma receita da revista "Cozinha Semanal", n.º 497, de 10 a 16/03/2011. É incrível como uma revista tão pequenina traz receitas tão boas e práticas.
Na receita original recomendam que se coloque na massa do bolo uma pitada de baunilha em pó, como não tinha usei uma colher de chá de aroma de baunilha.
É também referido o facto de se fazer uma cobertura para o bolo batendo uma lata de leite condensado que depois é vertida sobre o bolo. Inicialmente pensei fazê-lo, com uma lata de leite condensado light, mas depois dei por mim a pensar nas imensas calorias que o leite condensado acrescentaria a um bolo que já é calórico e doce. Assim sendo, e para que não ficasse enjoativo nem demasiado doce, prescindi da cobertura pelo que passo à receita:

- 250 gramas de manteiga (tenho sempre a jeito no frigorífico embalagens de manteiga do Pingo Doce, daquelas que veêm embrulhadas em papel porque pesam exactamente 250 gramas e porque esta é a medida habitual utilizada na confecção de bolos/doces),
- 250 gramas de açúcar,
- 250 gramas de farinha,
- 1 colher de chá de aroma de  baunilha (líquido),
- 1 colher de chá de fermento em pó,
- 6 ovos.

Coloquei a manteiga numa tigela que levei ao microondas durante um minuto, na potência máxima, por forma a que derretesse. Adicionei-lhe o açúcar e a baunilha e misturei tudo.
Entretanto juntei os ovos com a ajuda preciosa do meu filho que os partiu e deitou na tigela (sem qualquer "acidente"...), adicionei a farinha e o fermento e envolvi tudo muito bem. Como a massa não estava a ficar completamente 'lisa' recorri à batedeira para bater a massa que logo ficou 'lisa' e a borbulhar.
Entretanto untei uma forma redonda, sem buraco, com margarina e farinha à qual adicionei a massa que levei ao forno durante cerca de 40 minutos a 200º.
Ficou um bolo bom e saboroso, um pouco húmido mas não fiquei muito entusiasmada. Para mim é mais um bolo...


terça-feira, 22 de março de 2011

Bacalhau de Abade

Mais uma receita que retirei da revista "Cozinha Semanal", n.º 497, de 10 a 16/03/2011 cujo título é "Bacalhau de Abade" mas quanto a mim é uma versão do famoso Bacalhau à Gomes de Sá.
Tinha no congelador algumas postas de Bacalhau já destinadas a serem desfiadas porque eram finas e da parte da cabeça e do rabo, zonas que não apreciamos no prato. Assim, levei a cozer o Bacalhau em água a ferver e com uma folha de louro. Desfiei as postas (cerca de seis) e reservei.
À parte levei a cozer cerca de oito batatas médias cortadas às tiras (não muito finas) e dois ovos caseiros. Como sabia que ainda iriam ao forno deixei cozer apenas durante 15 minutos por forma a que as batatas não ficassem muito moles.
Numa travessa de ir ao forno reguei o fundo com um pouco de azeite e piquei quatro dentes de alho. Coloquei as batatas cozidas e reguei novamente com um pouco de azeite. Deitei o bacalhau por cima das batatas e temperei novamente com azeite, um pouco de vinagre de sidra e um pouco de pimenta.
Parti os ovos e coloquei-os por cima do bacalhau e levei ao forno a 200º durante cerca de vinte/vinte e cinco minutos por forma a que o Bacalhau não secasse muito mas ainda assim algumas partes ficaram demasiado cozidas.
Quando retirei polvilhei tudo com salsa.
Ficou muito bom e é mais uma forma de cozinhar Bacalhau sem grandes dificuldades e/ou elaborações.


segunda-feira, 21 de março de 2011

Pão torrado com Queijo, Alho e Coentros

Fui buscar inspiração para fazer esta receita na  "Revista Magazine Continente, Março de 2011, n.º 06, Ano 1" tal como já o tinha feito com o Pudim de Café.
Na Revista deram o nome a este belo petisco de "Crostini com queijo e alho", que é feito com salsa. Como fiz algumas pequenas alterações decidi dar-lhe o nome que está no título deste post: Pão torrado com Queijo, Alho e Coentros.
Assim sendo, comecei por comprar uma baguete comprida e não muito larga, já com o intuito de a utilizar no dia a seguir cortando-a às fatias.
Para cerca de 14 fatias de pão (metade da baguete) triturei três dentes de alho, um pouco de coentros (a olho e a gosto), três queijinhos em triângulos (do género dos da marca "A Vaca que Ri" sendo que no caso usei idênticos mas da marca do Minipreço), um bocadinho de azeite e temperei com um pouco de sal e de pimenta.
Depois de ter esta pasta feita e de ter colocado as fatias do pão num tabuleiro de ir ao forno préviamente pinceladas com um pouco de azeite, barrei cada uma delas com um bocadinho da mistura e levei ao forno durante 5 minutos a 265º e mais 5 minutos no grill. Aqui depende da potência do grill do forno pelo que convém ir controlando por forma a que o pão não fique demasiado torrado.
Só vos digo que ficou óptimo! Se soubesse que ia ficar tão bom teria feito a baguette completa mas como estava em experiências não quis arriscar.
Ficou tão bom que todas as fatias desapareceram num ápice e é uma óptima entrada/petisco. Fica uma espécie de pão de alho mas muito melhor e agora já só penso em variações...


sábado, 19 de março de 2011

Torta de Laranja

Retirei esta receita da revista "Cozinha Semanal", n.º 497, de 10 a 16/03/2011. Gosto muito desta revista porque é pequenina, custa apenas 0,40€ e traz sempre receitas muito práticas que dão jeito e que não custam a fazer como é o caso desta Torta de Laranja.
Para a Torta precisei de:
- 0,500 Kg de açúcar,
- 2 colheres de sopa de farinha,
- 1 colher de chá de fermento,
- 6 ovos,
- 2 laranjas médias (raspa e o sumo).
Numa tigela misturei o açúcar com a farinha e o fermento e juntei os ovos e mexi tudo com uma vara de arames.
Por fim adicionei a raspa e o sumo das duas laranja.
Untei um tabuleiro com margarina, forrei com papel vegetal que também untei e polvilhei açúcar sobre o papel vegetal.
Verti o preparado no tabuleiro e levei ao forno a cozer durante 25 minutos a 200º. Deixei arrefecer durante 10 minutos e retirei desenformando para cima dum pano de cozinha turco, lavado, polvilhado com açúcar. Deveria ter desenformado sobre papel vegetal mas como este acabou lembrei-me que era assim que a minha mãe fazia e o resultado foi excelente. A Torta, ainda morna, não se colou ao pano tendo conseguido enrolar a massa sem qualquer problema. Apertei bem, coloquei-a sobre uma travessa específica para tortas e deixei arrefecer antes de a provarmos.
Devo dizer que estava excelente, tendo ficado húmida e com o sabor acentuado da laranja. Para repetir muitas mais vezes.


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