segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Arroz de Pinhões

Fiz este arroz tal e qual como faço o habitual e "normal" arroz branco. A inovação é que nunca tinha experimentado a fazer um arroz com pinhões. Podem pensar que estou a 'inventar' mas a "necessidade" de fazer este Arroz de Pinhões surgiu do facto de ter, ainda do Natal, um pacote pequenino com pinhões, comprado no Minipreço.
Posto isto, levei a refogar num tacho com um pouco de azeite no fundo, uma cebola pequena picada e três dentes de alho picados. Quando tudo alourou deitei uma chávena de arroz, mexi, deitei uma mão cheia de pinhões (quase todo o pacote) e deixei fritar um pouco mexendo sempre para que não queimasse e/ou se agarrasse tudo ao tacho.
Quando o arroz tinha um ar frito, adicionei duas chávenas de água quentes (utilizei a mesma chávena em que medi o arroz), temperei com sal q.b. e adicionei metade de um caldo 'knorr' de galinha.
Deixei cozer durante dez minutos em lume brando e fui sempre mexendo. Ficou bom, suave e é mais uma variedade de arroz, o que dá sempre jeito pois cá por casa somos uns fãns ferverosos deste acompanhamento.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Torta de Chocolate recheada com Creme de Pasteleiro

Retirei esta receita da Revista "Cozinha Semanal", n.º 479, de 25/11 a 01/12/2010. Pareceu-me simples e refere que como recheio podemos utilizar creme de pasteleiro de compra que decidi fazer pela primeira vez porque não tinha comprado nem procurado nos supermercados.
Assim, para 500 gramas de Creme de Pasteleiro temos que juntar 80 gramas de farinha de trigo, 175 gramas de açúcar, duas gemas e dois ovos e mexer bem por forma a envolver tudo.
À parte, levar ao lume num tacho 250 ml de leite e 250 ml de água até ferver, que aromatizei com um pau de canela.
Adicionei o leite com a água ao creme de ovos e levei ao lume, mexendo sempre até obter a consistência desejada (não deixei engrossar muito pois à medida que vai arrefecendo, engrossa ainda mais.)
Reservei.
Para fazer a massa da Torta bati muito bem 6 ovos com 200 gramas de açúcar até deixar de sentir o granulado.
Adicionei 50 gramas de chocolate em pó, 1 colher de chá de fermento em pó e 170 gramas de farinha. Envolvi tudo muito bem e misturei tudo com uma vara de arames.
Num tabuleiro médio quadrado coloquei papel vegetal que untei com um pouco de óleo e polvilhei com farinha.
Deitei a massa no tabuleiro e levei ao forno préviamente aquecido a 200º durante 20/25 minutos.
Desenformei sobre uma folha de papel vegetal polvilhada com açúcar e barrei tudo com o creme de pasteleiro.
Enrolei de imediato com o auxílio do papel vegetal e deixei arrefecer.
Removi o papel e decorei com missangas decorativas e açúcar.
Ficou muito saborosa e apetitosa. Para a próxima usarei mais creme a barrar a torta por dentro pois assim acabou por me sobrar cerca de metade do creme que fiz.


A minha ajuda e companhia na cozinha

Já por aqui tenho referido que o meu filho me ajuda na cozinha, principalmente a fazer doces, e que no final está sempre disponível para comer, ou melhor dizendo, para lamber os restos que ficam nas tigelas.
Pergunto-me se este seu interesse se manterá à medida que vai crescendo ou se não passa duma curiosidade momentânea e normal para a idade.
Vê-me cozinhar desde que nasceu e pergunta sempre o que estou a fazer, o nome dos ingredientes, para que servem, e quer sempre ajudar a deitar a farinha, o açúcar, o fermento e até a mexer as massas.
E eu adoro tê-lo comigo e tão interessado ainda por cima. E como é ele que tantas vezes me ajuda a colocar em prática as receitas que por aqui vou colocando, hoje apeteceu-me partilhar convosco dois desses (doces) momentos.
Atentem no pormenor do avental, nunca se esquece de o colocar, tal e qual a mãe.
:)

 

sábado, 29 de janeiro de 2011

Risotto de Camarão (com Delícias e Perca-do-Nilo)

Há imenso tempo que andava para fazer este Risotto de Camarão porque tinha uma embalagem de Risotto por "estrear", porque já tinha feito (e costumo fazer) Risotto de Frango com Espinafres e Espargos e porque queria aproveitar o resto que sobrou do camarão gigantesco que comprámos para o Natal. Na verdade, não gostei muito deste camarão cozinhado precisamente por ser muito grande e achei que seria uma boa opção para outros cozinhados que implicassem camarão descascado já que este 'encolhe' sempre quando é cozinhado desta forma.
Assim sendo, fiz algumas pesquisas na net e inspirei-me aqui não tendo seguido a receita à letra.
Descongelei previamente cerca de 400/500 gramas de camarão muito grande ao qual retirei a cabeça e a casca. Temperei o camarão com sal e pimenta branca q.b. e reservei.
Num tacho grande levei ao lume um pouco de azeite com um pouco de óleo e fritei os camarões até ficarem rosados e com um ar frito.
Retirei os camarões do tacho e reservei.
Na mesma panela onde os camarões foram fritos, com o mesmo azeite e óleo que ficou no fundo, levei a alourar uma cebola pequena picada e três dentes de alho picados. Quando tudo alourou, coloquei duas chávenas de chá de risotto e mexi. Acrescentei uma chávena de chá de vinho branco e deixei evaporar.
Quando o vinho secou, adicionei ao Rissotto o caldo de uma sopa de marisco instantânea feita préviamente (cerca de 750 mls de caldo) e fui mexendo. Temperei com sal e piri-piri a gosto.
Para cozer o Rissotto convém deixá-lo em lume brando, sempre mexendo, durante cerca de 15 minutos. Nos cinco minutos finais, ou seja, quando passaram dez minutos sobre a cozedura, adicionei o Camarão, uma posta de Perca-do-Nilo préviamente cortada aos pedaços (aproveitada do almoço porque tinha sobrado) que é algo opcional. Pode juntar-se qualquer peixe préviamente cozido e desfiado/partido ou deixar o Risotto apenas com o camarão.
Juntei ainda seis delícias do mar porque sei que o meu filho adora e prefere as delícias ao peixe e ao Camarão mas a sua inclusão, tal como a Perca ou outro peixe, é opcional.
Envolvi tudo cuidadosamente e na hora de servir eu e o meu marido juntámos coentros ao Risotto. Os coentros poderiam ter sido adicionados no final da cozedura mas como o filhote não gosta optei por os deixar à parte para nós que gostamos.
Devo dizer-vos que tendo em conta que este Risotto foi feito sem grandes temperos e/ou algum ingrediente especial, estava pura e simplesmente delicioso, fabuloso e saboroso. Diria mesmo que estava divinal. Cá em casa todos repetimos, o filhote adorou o molho/caldo, e estas quantidades dão à vontade para cerca de seis/oito pessoas.
É para repetir muitas mais vezes, sem sombra de dúvida :))

sábado, 22 de janeiro de 2011

Línguas de Veado Fingidas

Encontrei esta receita num suplemento com receitas de uma revista que comprei há uns anos. Nunca a tinha posto em prática e hoje decidi experimentar a fazer estas Línguas de Veado porque é algo que é muito apreciado cá em casa. Devo dizer que fiz o dobro das quantidades indicadas na receita que renderam cerca de 40 pequenas Línguas de Veado que desapareceram num ápice.
Para cerca de 40 Línguas de Veado usei:
- 2 Claras,
- 6 Colheres de Sopa de Açúcar em Pó,
- 4 Colheres de Sopa de Farinha,
- 4 Colheres de Sopa de Manteiga amolecida.
Misturei as claras com o açúcar em pó, a farinha e a manteiga até obter uma massa lisa. Deixei repousar  a massa no frigorífico durante 10 minutos para ficar mais consistente.
Entretanto liguei o forno a 200º e forrei um tabuleiro com papel vegetal que 'untei' com um pouco de óleo com um pincel culinário.
Na receita diz para colocarmos a massa num saco de pasteleiro munido de boquilha lisa mas como eu não tinha este saco, utilizei um saco plástico pequeno, daqueles que se vendem nos supermercados para sandes, e cortei um pouco de um dos cantos.
Assim sendo 'espremi' o saco e tendi tiras da massa com cerca de 10 cms de comprimento sobre o tabuleiro. Não convém colocar muitas para a massa não colar durante a cozedura. Tendo em conta o espaço do meu tabuleiro coloquei 4 tiras em cima e 4 tiras em baixo de cada vez (num total de 8 em cada cozedura).
Levei ao forno durante 8 minutos e retirei descolando a massa com o auxílio de uma espátula.
Estavam tão apetitosas e leves que à medida que iam saindo do forno o filhote e o pai iam comendo as "fornadas" de Línguas de Veado ainda mornas. Posto isto, não sobraram Línguas de Veado, desapareceram todas num ápice :))


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Grelhada Mista de Entremeada e Salsichas Brasileiras

Aqui está mais uma receita básica que gosto de fazer de vez em quando e que não tem nada de complicado nem de elaborado. No Inverno, por causa do frio e muitas vezes por causa da chuva, não fazemos estes grelhados no carvão, fazemos na chapa em casa e, felizmente, a casa nunca fica com fumo.
Assim, e porque gosto destas carnes "misturadas", por norma junto a Entremeada (que adoro) com Salsichas (Brasileiras) mas podia ser também com Bifanas ou Costeletas.
Temperei as fatias de Entremeada e as Salsichas com o Tempero de Sal e sumo de Limão e deixei estar assim durante quase uma hora.
Grelhei e ficou tudo muito saboroso e inclusive fez molho, as carnes não ficaram secas e eram muito tenras. Acompanhámos com salada e arroz branco mas também poderia ter sido com batata frita.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Bacalhau com Natas "revisitado"

Já aqui coloquei a minha versão do Bacalhau com Natas e hoje apeteceu-me fazê-lo de forma um pouco diferente e é por isso que o título desta receita é Bacalhau com Natas "revisitado".
Fiz quase tudo "a olho" mas saíu muito bem, é o que dá ter tempo disponível para cozinhar num fim de tarde de Domingo.
Assim sendo, levei a refogar em azeite três cebolas médias cortadas em lascas e seis dentes de alho picados grosseiramente. Quando tudo alourou juntei uma embalagem de Bacalhau desfiado e préviamente demolhado e duas postas pequenas de Bacalhau que tinha como sobras no congelador também desfiadas. Enquanto tudo refogava, deitei um pouco de pimenta branca e deixei estar em lume médio durante dez minutos. Adicionei depois um pacote de natas e juntei um pouco de noz moscada. Mexi tudo e deixei cozinhar durante cerca de dez minutos. Reservei.
À parte fritei cerca de seis batatas grandes às rodelas até ficarem com um ar cozinhado e não demasiado frito para não ficarem rijas. Reservei também.
Num tabuleiro de ir ao forno deitei o Bacalhau, coloquei as batatas fritas por cima, juntei um pacote de Natas por cima e deitei um pouco de pão ralado com alho e salsa. Levei ao forno a gratinar durante cerca de meia hora a 225º e estava pronto. Ficou muito saboroso e apetitoso.
Acompanhámos com uma salada de alface, tomate e cebola.



sábado, 15 de janeiro de 2011

Tempero de Sal

Ter uma avó que "ainda" vai a um Talho tradicional no centro da capital pode dar origem a sugestões que desconhecemos ou que nunca nos lembrámos de procurar quando vamos às compras. A avó do meu marido deu-nos esta embalagem, que está nas fotos, com um Tempero de Sal que eu desconhecia. Nos ingredientes conta com sal, alho, vinho, cebola, pimenta, salsa, oregãos, noz moscada, erva doce e louro pelo que pode substituir estes diversos temperos individualmente.
Experimentei temperar carne de porco com esta mistura e ficou um sabor agradável mas acentuado, quase guloso. É bom para utilizar de vez em quando, principalmente em grelhados.
Confesso que nunca reparei se está à venda nos supermercados "normais" mas uma embalagem dá para muito tempo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sobremesa rápida de Morangos

Esta receita não tem nada de especial e é muito provavelmente feita por toda a gente. Muitas vezes coloco em dúvida se terá interesse colocar aqui tudo o que se vai "cozinhando" cá por casa, por muito básico que seja. Como por vezes faltam ideias e/ou não tenho nada de novo para colocar aqui no blog, decidi que iria realmente colocar as iguarias mais simples bem como dicas e indicações de vários géneros (utensílios de cozinha, temperos, compras, dicas e utilidades, etc.).
Assim sendo passo a esta receita ultra rápida de uma sobremesa de morangos apreciada por todos e que faz as delícias do meu filho.
Lavam-se e arranjam-se os morangos, retirando-lhes o pé e cortando-os aos pedaços pequenos. Deitam-se três ou quatro colheres de sopa de açúcar branco por cima (depende do gosto e da quantidade de morangos), deixa-se 'marinar' durante, pelo menos, uma hora e os Morangos que ficam super agradáveis, suaves e criam bastante 'sumo', uma espécie de calda, que é sempre bebido(a) no final, mesmo pelos adultos. Há ainda outra opção/alternativa que é pura e simplesmente deitar natas na taça com os morangos. E assim se consegue uma sobremesa rápida, saudável e muito apetitosa e colorida.


Rolo de Carne picada com espinafres

Esta receita está um pouco atrasada porque este Rolo de Carne Picada foi feito pela minha mãe no Natal. Deixo apenas a fotografia e a indicação de que é recheado com espinafres porque a intenção é quase ficar como memória do que foram as nossas iguarias nessa época festiva.
A minha mãe levou o Rolo ao forno tendo deitado um pouco de óleo e azeite no fundo do tabuleiro bem como juntou duas cebolas médias partidas em metades. Temperou o Rolo com alho picado, louro, regou-o por cima com um pouco de azeite, colocou margarina por cima, encheu o tabuleiro com água até metade do Rolo e levou a cozinhar durante cerca de 45 minutos.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Petinga Frita

A Petinga (Sardinha muito pequena) não faz parte dos nossos hábitos alimentares porque não gostamos muito e porque peixe frito é algo que também não 'apreciamos' propriamente.
No entanto, há uns tempos atrás, num dos fins-de-semana em que esteve na nossa casa, a minha mãe deixou no congelador esta Petinga que era para ter sido feita por si.
Como não gosto que os alimentos estejam muito tempo no congelador, decidi meter mãos à obra nesta nova aventura que foi a de confeccionar a Petinga frita. Foi o meu marido que a arranjou pois ainda que eu cozinhe (quase) tudo, confesso que arranjar peixe é algo que não me agrada muito, melhor dizendo, não me agrada nada.
Assim sendo, o meu marido retirou a parte da tripa e as Petingas ficaram prontas a arranjar para fritar: foram temperadas com sal, passadas em farinha e fritas em lume médio cerca de cinco minutos, tendo o cuidado de as ir virando até ficarem douradas.
Apesar das reticências iniciais, as Petingas estavam óptimas e souberam muito bem. Até o filhote as comeu, sem espinha, bem como o meu marido. Fazendo parte do meu imaginário infantil, recordo-me da minha mãe "tentar" que eu comesse Petingas e "Jaquinzinhos" e assim sendo comi estas Petingas como o fazia em criança: retirava-lhes a cabeça e o rabo e comi-as inteiras, mesmo com a espinha. E nunca me esgasguei :)
Para acompanhamento, fiz um Arroz de Grelos.


sábado, 8 de janeiro de 2011

Arroz de Grelos

 Em tantos anos de cozinhados nunca tinha comprado e cozinhado Grelos. Andava com isso em mente e hoje calhou a vê-los à venda bem fresquinhos numa loja no Oeste.
Assim sendo, coloquei azeite num tacho com dois dentes de alho picados, uma cebola pequena picada, uma folha de louro e os Grelos previamente lavados, arranjados e cortados finamente (as folhas moles e as flores). Levei a refogar e quando tudo alourou, deitei o dobro da água da medida de arroz que iria cozinhar.
Quando ferveu deitei o arroz, temperei com sal e pimenta branca e deixei cozinhar durante dez minutos. Apaguei o lume e deixei o arroz estar ainda no tacho, "fechado" com a tampa, durante mais cinco minutos por forma a que 'secasse' mais um pouco. 
Para primeira vez, este arroz ficou muito saboroso e suave.


Patê de Atum

Fiz este patê esta tarde depois de ter sobrado algum Atum do nosso almoço.
É muito simples e é uma receita que sei desde sempre mas que nunca calhou a colocar em prática.
Assim sendo, triturei (com a varinha mágica) o Atum (metade de uma lata), dois dentes de alho picados e duas colheres de sopa de maionese.
Não rendeu muito pois as quantidades eram pequenas (deu esta tigela pequena quase cheia) mas cá por casa desapareceu num ápice tendo sido petiscado por mim, pelo maridão e pelo filhote que adorou. Comemos com tostinhas mas também fica muito bom com pão.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Embrulhos de Presunto com Figos e Queijo de Cabra ('chévre'), da Nigella

Aqui está mais um petisco que fiz para a noite de passagem de ano. Vi a confecção e receita pela primeira vez num dos programas da Nigella, sobre o Natal, e fiquei com este petisco "debaixo de olho" para fazer e nada melhor do que uma ocasião que junta diversas pessoas para colocar em prática estes Embrulhos de Presunto com Figo e Queijo de Cabra ('chévre').
Fiz, mais ou menos, cerca de 20 embrulhos e para tal utilizei:
- 10 fatias finas (e não secas) de presunto,
- 150 gramas de queijo de cabra ('chévre'),
- 20 figos secos com farinha.
Cortei o pincaro dos figos e abri-os ao meio sem os separar. Cortei o queijo de cabra em pedacinhos e recheei cada um dos figos com um pedaço, fechando-os de seguida.
Cortei algumas fatias de presunto ao meio e enrolei cada figo em meia fatia ou fatia (a gosto).
Coloquei num prato azul que realçou o contraste das cores e estava pronto a servir.
Devo dizer que eu não gosto de figos secos e neste caso gostei e comi devido à conjunção com o presunto e o queijo.


domingo, 2 de janeiro de 2011

Presunto com melão

Espero que tenham passado um Bom Ano e hoje volto aqui com uma receita muito simples de uma entrada/petisco que fiz para levar para a passagem de ano.
Já tenho comido Presunto com Melão nos restaurantes mas não sei porquê nunca tinha feito em casa e/ou para alguma ocasião/festa mais 'caseira'.
Assim sendo, fiz bolinhas do melão com a ajuda de uma Colher Parisiense, enrolei o melão em metade de uma fatia de Presunto (sempre sem a gordura que as fatias trazem no 'cimo') e prendi tudo com um palito. Está pronto a servir e sabe muito bem o contraste entre o salgado do Presunto e a leveza e o doce do melão.


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